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quinta-feira, 23 de junho de 2016

|Kidzania|







Ontem foi dia de viagem de finalistas. A princesa F. e os amiguinhos foram para Lisboa de comboio, foram à Kidzania.

Foi um dia de emoções fortes. Para alguns a primeira viagem de comboio e para quase todos a primeira visita à Kidzania.

O dia começou às 6:00 da manhã, com o despertar. Às 6:45 estávamos à porta do infantário. As crianças foram nas carrinhas para a estação de Estarreja apanhar o comboio das 7:20. Os pais aproveitaram para fazer uma reunião com dois pontos: o primeiro, a festa dos finalistas; o segundo, a visita ao castelo de Santa Maria da Feira.

Passei o dia inteiro numa angústia inquietante, mas com a certeza de que estava tudo bem e de que eles se estavam a divertir imenso.

Em conversa com alguns pais, marcamos um jantar em Estarreja, para depois irmos buscar os rebentos à estação às 22:00.

o nosso jantar foi uma animação, acho que quando nos juntamos somos piores que os miúdos.

Entretanto fomos para a estação esperar por eles. Quando chegaram, a princesa F. agarrou-se ao meu pescoço e gritou "mamã", mal viu o pai, teve a mesma reação. Vinha toda contente e cheia de saudades.

Só falava de ter sido dentista, de cáries, de massa para tapar buracos, " Aquela coisa branca, mãe!", de lavar os dentes duas vezes por dia, do elixir, do fio dentário... E eu perguntei-lhe: " Então filha e que mais fizeste?", "Fui dentista, mãe!", fiquei com a sensação que a princesa F. passou o dia no dentista.

No caminho falava e fechava os olhos, voltava a falar e fechava os olhos, até que adormeceu. Estava muito cansada, nem jantou.

Foi um dia em cheio.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

|Terrores Noturnos|

 


A princesa F. tem terrores noturnos mais ou menos desde os dois anos. Hoje, com 5 anos continua a tê-los, embora com menos frequência.

Os terrores noturnos, no caso da princesa F. manifestam-se sempre no sono da noite, quando ela tem um dia, particularmente, agitado.

O que acontece?

Parece que tem o "demónio" no corpo. Estrabucha, grita, dá pontapés e bate a quem se aproxima. Chama "mamã" desesperadamente, como se alguém lhe estivesse a fazer mal e, quando me aproximo dela ela afasta-me com palmadas.

Estes episódios duram no máximo 30 minutos  e são desesperantes.

Vistos por quem está "de fora", até parecem birras, só quem conhece é que sabe que não o são.